22.1.07

O Biquini que se joga do precipício?

Hoje gostaria de falar sobre esta bela peça de identidade visual "Kitanga". Uma loja carioca de roupas para fitness e banho.

Reparem como é interessante a composição. Os elementos distintos que pela lei de semelhança (Gestault) em suas texturas acabam, no conjunto, formando a letra "K". "K" de Kitanga provavelmente.

É notório também a forma como os elementos são separados e as pinceladas vão passando a idéia de movimento. O que é justo, já que a loja possui uma linha de roupas esportivas e para serem utilizadas ao ar livre.

Interessante também é a utilização das cores primárias que contrastando entre si que geram a idéia de uma diversidade na unidade. Provavelmente querendo mostrar ao público em geral que a marca não é só para um determinado seguimento, mas sim para todos.

A Tipografia é um espetáculo a parte. Caixa alta, sem serifo e em negrito rementendo a idéia de força. Nem se nota o contraste desta com os elementos do símbolo.

No mais é isso. Eu também prentendia, já seguindo a proposta de marcas esportivas falar sobre as identidades dos eventos esportivos mundiais. Eu ia começar a falar pela identidade visual das olimpiadas de Barcelona, mas não tenho muito a acrescentar... ah sim! É só virar a identidade anteriormente citada em 90 graus no sentido anti horário que veremos a identidade das olimpiadas de barcelona, no mesmo formato e cores. Só acrescenta a idéia de que nas olimpíadas estamos vendo um atleta provavelmente numa corrida de obstáculos. Paralelamente ao Solo. Seria a Kitanga um mergulhador suicida?

5 comentários:

Ricardo Artur disse...

Brilhante solução!
É o Design brasileiro mais uma vez mostrando sua "inventividade" e consciência ecológica ao propor uma identidade visual com material reciclado.
Sustentabilidade é o futuro!!

Daniel Girardet disse...

Infelizmente não podemos dizer que isso é um ato praticado por alguém que desconhece totalmente a importância de desenvolver uma identidade visual ao invés de copiar. Vale lembrar que a marca de nosso famigerado Panamericano também tem origens suspeitas e não parece ter sido feito por um "sobrinho". Acho que aspectos formais sobre o desenvolvimento da profissão são discutíveis, mas uma mera cópia não tem justificativa.

dinnaps disse...

\ Vale lembrar que a marca do Pan é, na verdade, o malvadinho do André Dahmer.

http://www.malvados.com.br/pan2007.html

Mais uma vítima de um sobrinho mal-intencionado...

Sarah disse...

Cara, que bom que voces postaram isso. Estava eu passando pelo Barrashopping outro dia e eis que dou de cara com essa maravilha. Cara de Pau é o que move o mundo.

Arte disse...

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH
QUE DESGOSTO!